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O "espírito diaconal"

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O “espírito diaconal”. Postado no dia 21.Out.2008

Neste domingo, dia 20 de Out.2008, compartilhei com a nossa Igreja uma palavra introdutória no culto da noite, baseada no livro de Atos capítulo 6.
Ao final da palavra percebi que alguns irmãos apresentaram um semblante contrariado, e até mesmo uma cara de quem não gostou muito do que ouviu.

Em casa, essa situação da igrja me fez refletir sobre uma questão que paira no ar em muitas denominações: Será que a igreja (os irmãos) acredita mesmo na tese de que se os pastores falarem o que estão entendendo da parte de Deus e vendo com seus próprios olhos, corre o risco de espantar o rebanho?

Eu penso que não, creio que ovelha de verdade , não se assusta e nem faz cara feia com a palavra pastoral, principalmente quando o pastor ou pastora demonstram na prática amor pelos seus filhos espirituais.

Mas o que eu desejo mesmo nesse momento não é falar sobre algumas caras feias, mas falar sobre esse espírito que estamos denominando nesta matéria como diaconal.

Como tem andando dentro da igreja do Nosso Senhor esse espírito?

Primeiro vamos definir o que queremos dizer com “espírito diaconal” para não confundir e nem dar margem a interpretações alheias e contrárias ao espírito da questão.

Entendo por espírito diaconal, a disposição, entendimento e decisão que deve existir em todo crente de servir a Deus, aos irmãos (de uma forma genérica) e também ao ministério, não do gente que ele quer, mas do jeito que ser fizer necessário no momento.

Tendo registrado meu conceito, posso agora falar de forma mais apropriada sobre ele, esse espírito que deveria transbordar em toda a igreja, mas que tem sido característica rara de se encontrar em nossas fileiras.

Falo desta maneira sem nenhum constrangimento, porque conheço um pouco o meu “coração” e sei que minha disposição em levantar esse assunto não traz no seu arcabouço flechas de acusação, mas sim uma bandeira de reflexão para crescimento do Reino de Deus.

Hoje muitas pessoas estão “crescendo” dentro das igrejas sem um real entendimento do que é o espírito diaconal. Elas decidem a hora de fazer alguma coisa, como fazer e o que fazer. E o mais interessante é que nem mesmo no que elas decidem, conseguem se manter por muito tempo. Normalmente e curiosamente, a busca é sempre por uma atividade mais nobre (como se houvesse serviços mais nobres ou menos nobre no Reino) e que não exige tanto esforço seja físico ou espiritual.

Creio que muitos estão fazendo esse caminho na ignorância, não atentaram que houve uma regeneração, um novo nascimento e que todas as coisas se fizeram novas. As vezes acredito até mesmo que a tese citada no início desta palavra, possa de alguma forma está não impedindo, mas descaracterizando algumas verdades que nossas igrejas precisam ouvir.

Nós pastores não podemos, nem temos o direito de nos escondermos atrás de idéias pré-concebidas em determidas situações e que foram generalizadas muitas vezes por conveniência.Temos a responsabilidade de falar da verdade bíblica para a igreja, da essência da mensagem transmitida seja na palavra propriamente dita ou nas multidões de testemunhos que nos cercam.

Jesus veio para servir e não escolheu a quem e de que forma, simplesmente o fez dentro da mais perfeita definição do “espírito diaconal”.

Se você até agora ainda não entendeu a mensagem de Deus para nós neste texto, olhe para as escrituras e observe o comportamento do Mestre, que a todo tempo agiu como se fosse um discípulo.

E se mesmo assim estiver difícil, saiba que eu acredito, que se o Espírito Dele está em você, certamente você também conseguirá na sua igreja fazer o que for necessário no momento.

Que seja assim na sua igreja, na sua casa, na ...............................


Deus te abençõe Diakonos.

Pr.Paulo Cesar e Pra.Flávia Nogueira

 

A solidão dentro do casamento

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A solidão dentro do casamento.
Palestra Ministrada no dia 18/Out.2008 no Seminário para Casais da Igreja Presbiteriana Independente de Rio das Pedrinhas,Niterói,RJ.

Definição de solidão: condição, estado de quem está desacompanhado ou só.

A definição da palavra solidão colocada acima, consta nos nossos dicionários, mas muitas vezes, este conceito fica distante do sentido real que a solidão tem na vida das pessoas, principalmente quando se trata de casamento.

Afirmamos isso baseado no princípio de que existem dois tipos de solidão, um segundo a visão ocidental que é mais conhecida por nós e encontra acolhida no conceito de nosso dicionário, e outro que é baseada na visão oriental, que usa como determinante em sua definição, não a ausência de pessoas ao redor de alguém, mas a ausência do compartilha com quem está próximo fisicamente.

Para não ficar dúvidas vamos simplificar:

A palavra solidão para nós ocidentais está baseada no fato de alguém estar sozinha sem ninguém ao seu redor.
A palavra solidão para os orientais, pode também Ter o significado de ausência de compartilhar, seja o que for, com quem está ao seu redor

Em alguns relacionamentos, apesar de termos uma vida aparentemente vivenciada a dois, existe um espírito de solidão que leva um dos cônjuges ou os dois, a viverem um deserto de solidão dentro de seus lares, a solidão chamada oriental, onde não existe o compartilhar entre o casal.

Ressaltamos que este espírito de solidão é duplamente reforçado, seja por atuação de nossos sentimentos produzidos pela frustração, ou pela opressão provocada pelo inimigo que encontra nos sentimentos um caminho para percorrer.

Nosso objetivo neste momento é abordar este tema, a solidão no casamento, no sentido oriental, de forma que ele possa despertar um cuidado maior com os nossos relacionamentos, seja de forma preventiva ou corretiva, caso alguns de nós aqui presente se identifiquem com as situações que serão colocadas.

Vamos iniciar nos baseando na palavra de Nosso Senhor quando Ele falou em Gênesis 2.18 : “não é bom que o homem esteja só”, Ele não se referia somente a hora da refeição, mas a todos os aspectos da vida de um ser humano, que por definição neste momento, iremos considerar como:
Afetiva -.Espiritual – Material – Sexual – Financeira

Utilizando Gênesis2.18 nós podemos sistematizar algumas verdades que estão contidas nesta palavra:

a) Não é bom que o homem e a mulher estejam só na vida afetiva.
b) Não é bom que o homem e a mulher estejam só na vida espiritual.
c) Não é bom que o homem e a mulher estejam só na vida material.
d) Não é bom que o homem e a mulher estejam só na vida sexual.
e) Não é bom que o homem e a mulher estejam só na vida financeira.

Já que entendemos que Deus não criou este tipo de solidão, precisamos Ter humildade para identificá-la , força para eliminá-la e decisão para evitá-la.

Falaremos agora sobre cada uma destas áreas e como a solidão, no sentido oriental, se manifesta nelas:

Afetiva:

Ter alguém ao nosso lado e não poder compartilhar nesta área é muito difícil.
Sabe por quê?

O beijo faz falta, mas na solidão ele deixa de existir.

O abraço no traz segurança, mas na solidão ele perde o sentido.

A palavra de amor nos traz alegria, mas na solidão ela não encontra o caminho dos lábios.

Dividir o dia a dia fortalece o casal, mas na solidão o silêncio se torna imperativo e o inimigo fala quando o casal se cala.

Espiritual:

A alegria que temos em Cristo na nossa vida espiritual, não é completa quando nos sentimos só dentro da nossa casa.

Material/Financeira

A solidão desvia o foco de projetos materiais futuros e cria perspectivas individualistas para o futuro.

Sexual

A solidão sexual traz sequidão à vida dentro do casamento. Não compartilhar o corpo e o desejo gera um bloqueio enorme.

Pr.Paulo Cesar e Pra.Flávia Nogueira

 

Surfar me trouxe um grande ensinamento.

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Sta.Bárbara,Niterói, Rj.
Publicado em 09/Out/2008 às 22:54

Surfar me trouxe um grande ensinamento.

Um dia destes fiquei elaborando uma questão em meu coração que me levou a escrever este texto, me refiro a coração no sentido bíblico, que não enxerga ele somente como um orgão importante, mas sim o centro de nossas vontades e sentimentos. A reflexão girou em torno da frase abaixo:

“Porque será que Deus permite que tantas coisas difíceis aconteçam em nossas vidas?”

Partindo desta pergunta de caráter emocional, acabei chegando a afirmação abaixo que também é emocional:

“Tudo bem que aqui não é o céu para a vida ser um mar de rosas, mas também não é um campo de provas para que tenhamos tantas lutas”.

Independente da minha afirmação super emocional acima, a verdade é que muitos de nós acabam vivendo a vida como aqueles surfistas que quando caem da prancha , enfrentam sempre uma seqüência de ondas que tentam empedi-los de voltar a tona, e se neste momento eles não buscarem muita força, acabam sucumbidos pelo peso da água e o grande número de ondas que se apresentam em sequência.

Esta imagem, do homem lutando contra o mar, me fez lembrar da época em que eu colocava minha prancha no carro ás 05:00 da manhã, e buscava o mar dor Arpoador dando inicio a minha vida de surfista antes de ir para o trabalho. Lamento informar aos "colegas da classe" que minha carreira de surfista não foi muito longa, mas a prática do surf acabou me ensinando uma coisa muito importante:

“O tombo e a seqüência de ondas sempre me mantiveram consciente de como dentro do mar sou frágil e necessito buscar forças para manter minha vida. O mar é mais traiçoeiro com aquele que se permite ser enganado acreditando que é auto-suficiente”

Tenho descoberto que nossa natureza adâmica não só nos impulsiona para o pecado, mas também busca nos enganar de forma contínua sobre quem nós somos e o que desejamos no mar da vida.O engano talvez seja a forma mais sutil e ao mesmo tempo mais terrível que o mar da vida usa para destruir alguém. Ele é pouco perceptível aos olhos naturais,toma conta de nós aos poucos matando de forma lenta como a pressão alta. Quando percebemos os sintomas, restam poucos minutos de vida.

E isso acontece com muitas pessoas, quando principalmente na ausência de lutas, elas creditam a si o mérito de sua situação aparentemente confortável, seja na vida financeira, familiar, profissional e até ministerial. E com isso, parece que o temor de Deus se afasta e o mar deixa de Ter uma aparência que exige vigilância, e assim entra em cena o engano e à aproximação do afogamento.

Porque vivemos tantas lutas?

Talvez seja porque Deus na sua presciência sabe que sem tombo e seqüência de ondas, corremos o risco do "engano"chegar a nossa vida. Aos teólogos de plantão,ratifico que não estou com esta palavra criando uma doutrina para tudo de ruim que acontece conosco, mas como falei no início, estou só desenvolvendo e compartilhando com você uma idéia que brotou em meu "coração" e que pode servir de alerta para você que está angustiando com tantas lutas(ou ondas)sem entender, ou você que está sendo enganado sem perceber e pode ser surpreendido com o pecado arrombando a sua porta.

Se você se identificou com esse texto,se ele falou algo também ao seu "coração" , saiba que Deus te ama tanto que me fez escrever ele nesta noite, mesmo depois de Ter chegado cansado do trabalho e da igreja onde fui falar sobre o seguinte tema: “Como se destrói um casamento”. Não destrua o seu, não deixe o engano entrar em sua vida.

Que a Graça e a Paz de Nosso Surfista Maior, sejam com todos.

Pr.Paulo e Pra. Flávia Nogueira

 

Deus tem sido meu Mestrado.

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Deus tem sido meu Mestrado
Publicado em 08/Out/2008 às 23:11

Além da capacitação para o pastorado, sou graduado em Economia e fiz M.B.A na Fundação Getúlio Vargas. Apesar disto, sempre tive vontade de fazer um mestrado na área de gerenciamento, pois sempre gostei muito de atuar neste tipo de atividade.

Mas de alguns anos para cá, foi necessário deixar tudo isso um pouco de lado, tendo em vista que Deus solicitou boa parte de meu tempo para o Seu Reino, o que não me permitiu fazer esse mestrado e nem me dedicar com grande empenho as oportunidades profissionais que surgiram.

Apesar de nunca Ter me arrependido de minha decisão,pois servir ao meu Deus e a seu povo é algo maravilhoso, sempre falei para o Senhor que quando Ele me permitisse retornar ao mercado de trabalho no mesmo patamar que eu tinha quando o conheci , eu iria Ter muita dificuldade, pois eu estava há muito tempo distante da função de gerenciamento,provavelmente eu estaria ultrapassado e enferrujado.

No mês de Setembro, Deus resolveu me levar para uma outra empresa onde a oportunidade de atuar no gerenciamento se colocou diante de mim. Confesso que a primeira coisa que eu falei com meu Deus foi:

Senhor, eu dei prioridade a Tua Palavra, a teologia, a leitura dos livros e materiais produzido por teus ungidos. Senhor, eu cuidei da tua gente em vez de idiomas, passei mais tempo nos montes do que em cursos de atualização, como depois de tanto tempo vou conseguir desenvolver esta atividade de forma satisfatória sem Ter mesmo cursado um mestrado”?

No decorrer destes dias Deus respondeu o meu questionamento, Ele me mostrou que enquanto eu cuidava de Suas coisas, Ele cuidava das minhas, Ele foi o meu Mestrado. Estou surpreso com a capacidade que está brotando em mim no dia dia na atividade de gerenciamento.Na verdade, a sensação que eu tenho agora é que todo esse tempo eu vivi gerenciamento, parece que as respostas estão prontas na minha cabeça, as soluções estão nascendo de forma tão natural que tudo parece muito simples.Como está fácil de perceber os problemas e propor soluções.

Estou maravilhado com a sabedoria de Deus. Enquanto eu achava que o monte, as orações, as escrituras e os livros de teologia só me ensinavam sobre Cristo, o Pai me ensinava tudo que minha vida profissional precisava.

Como Deus é perfeito, como não existe Nele nenhuma confusão, como Ele sabe todas as coisa, como Ele não confunde os seus, como existe o tempo de Deus.

E se você hoje me perguntar como é foi minha vida acadêmica, vou te responder:

a) Graduado pela Faculdade de Economia e Finanças do R.J.

b) M.B.A Pela Fundação Getulio Vargas.

c) Mestrando no Senhor com MUITO ORGULHO até a volta de Jesus .


Que a Graça e a Paz de Nosso Senhor Jesus Cristo sejam com todos.

Pr.Paulo e Pra.Flávia.

 

Graça na santidade de Deus em nossa vida.

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Graça na santidade de Deus em nossa vida.

Um dia destes fiquei muito feliz comigo mesmo ao descobrir algo, apesar de saber que o mérito não é meu, mas do meu Senhor.

Eu descobri que acho graça na santidade de Deus em minha vida.

Pode parecer estranho um crente “descobrir isso”, pois para nós que somos povo de Deus, essa afirmação deveria ser algo mais que normal.

No dia em que me dei conta disto, entendi também que apesar de ser lógico que o povo de Deus pense assim, isto não é uma realidade para todos em nosso meio, o que temos comprovado em nossa experiência pastoral. No dia a dia temos observado cristãos valorizando tantas coisas em sua vida com Deus, mas quando a questão é ter prazer na santidade de Deus em nossas vidas, este item acaba ocupando uma das ultimas posições nas listas de valores elaboradas por eles.

A minha descoberta sobre esse assunto se deu em um momento muito difícil, onde tudo parecia que ia ruir a minha volta e neste desespero, olhei para Deus. Confesso que no meu olhar não havia cobrança, mas a preocupação de não resistir ao tombo e pecar contra Ele. Grande foi a minha surpresa, porque a resposta que me chegou do Altíssimo foi perceber que eu acho graça na santidade de Deus em minha vida.

Esta descoberta me trouxe uma força nova, um objetivo maior, independente do que eu viesse a perder, descobri que eu tinha um bem muito precioso que eu não poderia deixar se perder, minha santidade que provém de Deus, mas está em mim.

No momento em que eu me imaginava voltando para trás, Ele me ajudou a entender o quanto me fez odiar o pecado e amar a Sua santidade, que hoje habita no meu ser.

Foi uma descoberta maravilhosa porque esse sentimento me fez entender que eu amo Deus. É claro que não da forma como Ele me ama, mas da forma como Ele me ensinou a ama-lo.

Sentir graça em ser santo, talvez seja uma das formas mais profundas que temos, de demostrar para Deus o quanto nós o conhecemos, bem como sua palavra.

Como falei no início deste texto, sei que o mérito não é meu. Aprouve a Cristo fazer esse caminho na minha vida e me abençoar com este sentimento tão especial. Esse sentimento tem me feito buscar a cada dia melhorar nos pequenos e maiores detalhes onde a santidade de Deus na minha vida possa ser manifesta. Tenho tomado o devido cuidado para não me tornar um legalista que se prende a regras e padrões, para isso estou sempre me questionando porque estou fazendo isso, se para minha glória ou para glória de Deus.

Quero encerrar este texto deixando a seguinte sugestão para você que nos visitou:

a) Para você que está naquele momento onde Deus te abençoou maravilhosamente no plano material: Viva essa benção olhando para ela como mais um motivo para você crescer em santidade a cada dia.

b) Para você que está esperando por algo em sua vida que ainda não aconteceu, ou mesmo se tudo a sua volta parece sem solução, Lembre-se, a santidade de Deus está em você, alegre-se nela, e encontrará forças e alegria para esperar o agir de Deus.

Que a graça e a paz de Nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo sejam com todos.

Pr.Paulo Cesar e Pra.Flávia Nogueira